
SEM CHÃO
(André L. Soares)
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Aquela coisa velha é
tábua,
parede feia da
casa,
suja e repleta de
água,…
palafita fincada
sem chão.
Ali vive gente sem
nada,
bebendo e comendo onde
caga,
sonhando com uma cova
rasa…
– Inferno é essa vida
de cão!
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Chamou-me a atenção o título do poema, pois é uma expressão que sempre uso quando um problema me abala e me deixa atordoada e digo que “estou sem chão”.
Quando li, achei ótimo! Mesmo que mostre uma realidade crua, o poema é gracioso.
Meu abraço,
Yolanda
http://anjocanhoto.blogspot.com/
Nossa…adorei seu blog…muito interessante! Parabéns pelo trabalho!
Adorei seu blog…muito bacana…acho que meu comentários não estão indo
Poeta André, você é muito bom em poemas românticos e eróticos. Mas em poemas políticos você é simplesmente, o melhor! Nem sei se já tinha visitado esse seu blog. Adorei tudo que li por aqui. Abraços poéticos.
Concordo com a Yolanda. Ficar sem chão é estar com as mãos amarradas e ver um mundo dinâmico à sua volta, sem poder fazer nada, perdido na imensidão do seu próprio destino…
Parabéns pelo Blog!
muito bom e obrigada por assinar meu blog…wordsbyleilablogspot.com.bjs