Sem Chão


SEM CHÃO
(André L. Soares)
.
Aquela coisa velha é
tábua,
parede feia da
casa,
suja e repleta de
água,…
palafita fincada
sem chão.

Ali vive gente sem
nada,
bebendo e comendo onde
caga,
sonhando com uma cova
rasa…
– Inferno é essa vida
de cão!
.
.
.

Leia também:

Alma de Poesia /Gritos Verticais /Natureza Poética /O Poema de Cada Dia /Poética Herética /Raiz de Cem /Sons de Sonetos

7 respostas para Sem Chão

  1. Chamou-me a atenção o título do poema, pois é uma expressão que sempre uso quando um problema me abala e me deixa atordoada e digo que “estou sem chão”.
    Quando li, achei ótimo! Mesmo que mostre uma realidade crua, o poema é gracioso.
    Meu abraço,
    Yolanda

  2. Nossa…adorei seu blog…muito interessante! Parabéns pelo trabalho!

  3. Adorei seu blog…muito bacana…acho que meu comentários não estão indo :(

  4. Poeta André, você é muito bom em poemas românticos e eróticos. Mas em poemas políticos você é simplesmente, o melhor! Nem sei se já tinha visitado esse seu blog. Adorei tudo que li por aqui. Abraços poéticos.

  5. Concordo com a Yolanda. Ficar sem chão é estar com as mãos amarradas e ver um mundo dinâmico à sua volta, sem poder fazer nada, perdido na imensidão do seu próprio destino…
    Parabéns pelo Blog!

  6. muito bom e obrigada por assinar meu blog…wordsbyleilablogspot.com.bjs

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