[Sleeping – Victor Saio]
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ALICE (André L. Soares) . Alice, embebida de pureza, há poucas horas chegara ao planeta, ainda estava imune à maldade, quando as notícias velozes rasgaram-lhe as têmporas. . Lágrimas verdes vertendo das retinas, pontas de dor aguda a lhe fisgar o peito, grito de clave de sol, preso à garganta, ela então, vê a santa desnuda sob a luz fria do cotidiano,… momento em que o belo pintou-se de breu (sabor amargo de inocência trincada). . Cansada, recolhe-se ao quarto, a proteger-se dos cristais e plasmas. Após sangrar lembranças, cerra as pálpebras, chora e soluça outra vez, sozinha. Por fim, Alice adormeceu! Em seus sonhos ainda existem flores, a água e a verdade parecem cristalinas e até o coração do homem é bom. . Acanhado, procurei algo que a fizesse sentir-se melhor quando acordasse; tentei criar um ‘origami’, mas já era tarde,… …eu só tinha em mãos, a realidade. . . . Favorite em:








André
Sinto-me feliz em ver que vcs usam as palavras com tanta delicadeza e doçura.
Sou fã de vocês!
beijo
E é difícil fazer um origami com a realidade…
UM LINDO SITE!
PARABENS
MERECE SER MAIS DIVULGADO, EU VISITAREI SEMPRE. PARABENS
LINDOS POEMAS!
ABRAÇOS
E
PARABENS
ELIANE
Poemas assim é que valem a pena ser lidos, viajo pelos blogs e é raro ler qualidade como estes. 1 abraço
andre os seu versos são tAO LINDAS vc e d+
http://www.mundosubliminar.xpg.com.br